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Saiba tudo sobre o curso de Engenharia Elétrica!

Postado em 7 de nov de 2019

Engenharia Elétrica é o ramo da Engenharia que estuda a eletricidade, o eletromagnetismo e a eletrônica. Essa área de conhecimento é fascinante, afinal, o que faríamos sem energia elétrica?

Seria impossível usarmos o computador, falarmos com outras pessoas através do smartphone ou ligar o carro na hora de sair de casa. Sem falar, é claro, em tomar um banho quentinho onde não há aquecimento a gás.

Esse recurso tão importante nas nossas vidas também atrai sua atenção? Então saiba mais sobre Engenharia Elétrica, a formação que vai te ensinar tudo sobre eletricidade!

De onde vem a Engenharia Elétrica?

A história da Engenharia Elétrica é antiga e nos remete ao século XIX, época em que vários cientistas se dedicaram a estudar o fenômeno da eletricidade. Georg Ohm, Michael Faraday e Thomas Edison são alguns dos nomes que você vai conhecer quando começar a faculdade de Engenharia Elétrica.

Em 1882, Thomas Edison criou o primeiro sistema de transmissão de energia elétrica. Em 1884, Parsons desenvolveu a primeira turbina elétrica. É essa tecnologia, hoje aprimorada, que vemos nas usinas hidrelétricas.

Até então, o estudo da eletricidade estava atrelado ao estudo da Física. Mas, em 1885, isso mudou. Foram criados os primeiros cursos superiores de Engenharia Elétrica e, de lá para cá, essa tem sido uma das carreiras mais desejadas por estudantes de todo o mundo.

O que se estuda na graduação em Engenharia Elétrica?

Além da eletricidade, na graduação em Engenharia Elétrica são estudadas a eletrônica e a microeletrônica, assim como as telecomunicações. Essas são áreas que dependem da eletricidade para existir, por isso foram englobadas pela carreira de Engenharia Elétrica.

A formação em Engenharia Elétrica tem duração mínima de cinco anos. Ao longo do curso, o aluno se depara com disciplinas de base, como matemática, física e química.

Pouco a pouco, vai sendo inserido no universo da elétrica, com disciplinas como eletricidade aplicada, ciência dos materiais, circuitos elétricos, eletromagnetismo, telecomunicações e eletrônica digital e analógica.

Também são aprendidos conceitos sobre geração, processamento e distribuição de energia e automação de sistemas.

Durante todo o curso, o aluno tem aulas teóricas e práticas, desenvolve trabalhos também práticos e precisa, ao fim da graduação, realizar um Trabalho de Conclusão de Curso - TCC.

O que faz e onde trabalha o engenheiro eletricista?

O profissional formado em Engenharia Elétrica é chamado de engenheiro eletricista. Sua ampla formação permite que ele trabalhe em diversos segmentos de mercado e ocupe posições operacionais e de liderança.

Além de atuar em usinas de geração de energia, o engenheiro eletricista pode trabalhar em indústrias, empresas de tecnologia, no setor de construção civil e de arquitetura.

Seu campo de atuação também abrange as empresas de geração e distribuição de energia elétrica, as empresas de telecomunicações e as de robótica.

Em todos os casos, o papel do engenheiro eletricista é planejar, projetar, executar e monitorar o desempenho de sistemas elétricos e eletrônicos. Para tanto, ele coordena e supervisiona equipes de técnicos em elétrica, que são profissionais que atuam em campo e são responsáveis pelas atividades mais operacionais.

Como líder de equipes, o engenheiro eletricista deve desenvolver competências como comunicação, relacionamento interpessoal e mediação de conflitos. Também deve estar a par dos processos administrativos que envolvem a sua atividade.

Qual é o salário de um engenheiro eletricista?

A remuneração de um profissional formado em Engenharia Elétrica é regulamentada pelo CREA - Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

Segundo a lei vigente, engenheiro eletricista deve ganhar seis vezes o valor do salário mínimo nacional para uma carga horária de trabalho de 6 horas diárias. Esse valor é o chamado “piso salarial”, portanto, é o mínimo que um profissional formado deve ganhar.

Engenheiros eletricistas que prestam serviços para entidades governamentais, mediante aprovação em concursos públicos, encontram salários bastante atrativos e desafios à altura da remuneração. Afinal, garantir a geração, processamento e distribuição de energia para milhões de habitantes é uma responsabilidade enorme.

Como anda o mercado de Engenharia Elétrica?

Estudantes de Engenharia Elétrica não precisam se preocupar muito com a empregabilidade, já que empresas dos mais variados portes e segmentos contratam estagiários e trainees logo nos primeiros anos de formação.

A geração de energia limpa é um dos setores com maior expectativa de crescimento nos próximos anos e que atrai cada vez mais profissionais de Engenharia Elétrica.

Um exemplo de sucesso no campo da geração de energia limpa são os mais de 7 mil cataventos distribuídos no país. Juntos, eles produzem mais energia elétrica do que a hidrelétrica de Itaipu e beneficiam cerca de 80 milhões de brasileiros.

Tecnologia e robótica também são segmentos promissores para os engenheiros eletricistas, além do setor de telecomunicações, que vem se expandindo rapidamente nos últimos anos e precisa renovar a infraestrutura para atender à internet 5G, que deve chegar ao Brasil em meados de 2021.

Como se tornar um engenheiro eletricista?

O curso superior em Engenharia Elétrica é o primeiro passo para quem deseja se formar um engenheiro eletricista. Como dissemos anteriormente, a graduação tem duração de cinco anos, porém, logo nos primeiros semestres do curso você já pode ingressar na área com um estágio.

Durante o curso, é importante participar de eventos do setor e estar a par das novidades que surgem, como novas tecnologias. Dessa forma, ao ingressar no mercado de trabalho, você está pronto para surpreender com seus conhecimentos.

A participação nas aulas de laboratório é essencial para consolidar o conhecimento teórico e desenvolver melhor suas aptidões práticas para a profissão.

Ter sucesso na profissão de engenheiro eletricista também exige que você vá além da graduação e conclua uma pós-graduação. Como o mercado é bastante competitivo, quanto mais qualificação o profissional tem, mais oportunidades ele conquista.

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